quarta-feira, 18 de novembro de 2009

eu admiro o que não presta

eu trago o lixo para dentro

eu abro a porta para estranhos
eu cumprimento
eu quero aquilo que não tenho
eu tenho tanto a fazer
eu faço tudo pela metade
eu falo muito palavrão
eu falo muito mal
eu falo muito bem sem saber o que estou falando
eu falo muito bem e eu minto...

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* isso está escrito em uma comunidade do orkut cujo nome é o título deste post. eu acho ótima a comunidade e melhor ainda isso, que um dos membros escrevi, e, como trago sempre o lixo para dentro, resolvi postar aqui, para me lembrar que às vezes preciso colocar o lixo para fora....

domingo, 15 de novembro de 2009

estou te ignorando, porque você me entristece

essa frase está no "quem sou eu" de um amigo muito amigo mesmo do orkut. ela é triste, mas ela é muito boa para descrever uma relação que não vai bem: - eu te ignoro, porque não quero ficar triste, e você me faz triste.

O fato é você me entristece.
E eu não quero ficar triste.

Sei que poderia mudar as coisas, sei que deveria esquecer essa história, sei de muitas coisas. Mas não sei tirar você da minha vida. Sei que deveria estar te ignorando, como fala tal frase, mas não consigo. Sei que se até o final da tarde não falar com você, vou ligar como se não quisesse nada, mas na verdade esperando respostas, na verdade querendo que você me queira.

Querendo que você me queira. Como se fosse possível mandar em sentimentos alheios... bem eu, que mal controlo os meus! Talvez se ignorasse você, você enxergasse que eu sou a que sempre está lá, mas ignorá-lo demanda um esforço sobre-humano para mim.

Não quero mais uma vez sofrer por você. Então, você me entristece. E vivo triste.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

adoro

adoro quando acontecem coisas do tipo que acabou de acontecer: fui procurar uma foto para colocar aqui no blog no meu pendrive e... puff! nada há no meu pendrive... tecnologia sucks sometimes.
o jeito é procurar outra foto, outra coisa ou não postar nada além dessa reclamação barata...

é. é isso. vou utilizar o post só para compartilhar minha indignação.

=/

terça-feira, 10 de novembro de 2009

na base da insistência.

e caminho eu assim, na base da insistência tentando manter um blog semi-abandonado. sabe, parecia antes mais simples comentar a vida, as coisas, o que se passava ao meu redor e, principalmente o que se passava dentro de mim. agora não é tão fácil.

não sei se eu endureci um pouco, com fatos acontecidos há exatamente um ano. não sei se deixei de achar legal compartilhar problemas e alegrias com outras pessoas - mesmo outras pessoas que eu sempre considerei quase irmãs - não sei se não confio mais no mundo.

e aí, o coitado do blog paga o sapo. paga o preço, porque se eu não confio nem nas pessoas de carne e osso que eu conheço que caminham por aí perto de mim, imagine o medo que tenho de desfiar aqui minhas emoções...

eu sei que sempre fui muito otária ingênua e achei que as pessoas só magoam outras sem querer, só fodem atrapalham um relacionamento entre duas pessoas por razões fortes... e foi nesse acontecimento aí do ano passado que eu descobri que não.

e foi por causa de mais ou menos umas 8 horas de briga contínua e ofensas infinitas de ambos os lados que eu tomei duas atitudes impensadas: excluir o meu perfil do orkut e apagar o meu blog "Cadê as chaves?".

do orkut eu nunca me arrependi - até porque já tinha acabado aquela besteira de ter que ter convite para entrar - mas de ter apagado o blog eu me arrependo, e muito. por diversas razões vejo que nunca deveria ter feito aquilo, a primeira é que eu tinha o blog há mais de 2 anos, eu tinha amigos que perdi quando apaguei o blog, tinhas posts lindos que escrevi e que foram embora junto com ele, tinha momentos especiais, fotos, tinha tudo.

aquele blog era a minha cara, a minha alma. e eu "me" matei.

parece besteira, mas não é. sinto-me estranha aqui, parece que não sou eu, sinto como se tivesse sobrevivido a um grave acidente, mas perdido toda a família, como se estivesse em um mundo estranho onde tenho acesso a poucas partes do que eu fui.

e isso me impede um pouco de ser a prolixa que sempre fui, de me mostrar sem medo, de escrever a dor e a alegria que sempre tive em ser eu mesma, em ser tão passional...

acho estranho ter que admitir que três pessoas que eu mesma inseri na minha vida de forma tão espontânea, que acreditei que eram tão sinceras comigo, tenham sido tão filhas-da-puta deixado marcas tão profundas que me fizeram ser hoje diferente do que era há um ano: hoje sou muito mais desconfiada, reclusa, calada.

estou escrevendo aqui na tentativa de mais uma vez continuar em frente, carregar esse blog com mais amor e coragem, ser mais dedicada e ter mais inspiração: afinal, sempre fui tão insistente em situações tão adversas onde a minha possibilidade de sucesso era quase nula e nunca desisti mesmo quando não deu certo...

não posso fechar as portas assim tão facilmente, né?

=)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

da internet...

to laugh often and love much,
to win the respect of intelligent persons
and the affection of children;
to earn the approbation of honest critics;
to appreciate beauty;
to give of one’s self;
TO KNOW EVEN ONE LIFE HAS BREATHED EASIER
BECAUSE YOU HAVE LIVED.
that is to have succeeded.

domingo, 4 de outubro de 2009

menti

ok. menti diversas vezes.

a última quando disse que não deixaria mais de escrever no blog.
mas que eu posso fazer? acontecem tantas coisas que postar ficando difícil.
mas também... faço isso para mim mesma, então o que tanto justifico?

*ok: se tem alguém aí, perdão. vou escrever sempre que puder, mas só quando tiver coisas legais.*

=)

sábado, 3 de outubro de 2009

aniversário da Giselle

ela é a minha amiga de todos os momentos.
para ela eu mostrei até a foto que eu nunca mostrei para ninguém.
para ela eu contei as coisas que eu fiz e me arrependo.
para ela é que eu sonho as melhores coisas.
ela é quem eu desejo que seja mais feliz...
não, acho que não sei mais não vê-la correndo e se atrapalhando com as coisas,
repetindo o que eu acabei de falar, sem perceber que eu havia acabado de dizer,
esquecendo as coisas no fogo,
ou o freezer...

ela é amiga para uma vida inteira. e sei que não há interesse nenhum: não tenho nada para oferecer, só meu ombro, meu ouvido e minha companhia.

Giselle, vou sempre precisar de você com sua bondade, paciência (e também mau-humor quando está com sono) para me lembrar que, quando tudo mais parecer péssimo, ainda terei você ao meu lado...

Feliz Aniversário, Amiga!